sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

EDUC. INTEGRAL - Rede Municipal promove Cantatas de Natal ( Mais fotos )

  sexta, 09/12/11 •14h49 •Autor: Assessoria de Imprensa
 
  Eventos são preparados pelos professores e executados pelos alunos a toda comunidade escolar
 
Como tradicionalmente acontece desde 2001, quando o Programa de Educação Integral foi implantando pela Prefeitura de Apucarana em sua rede de ensino, escolas e centros municipais de Educação Infantil (CMEIs) dedicam os últimos dias do ano letivo para celebrar o mês natalino. Autos e cantatas são preparados pelos professores e executados pelos alunos a toda comunidade escolar.

Nesta sexta-feira (09/12), gestores da prefeitura e da Autarquia Municipal de Educação (AME) prestigiaram a 10ª Cantata de Natal “Paz e União entre os Povos”, realizada no CAIC/Escola Municipal Vida Nova. Na sequência, foram ao Clube da Sabedoria, onde participaram de almoço de confraternização com os grupos da Terceira Idade. Na parte da tarde, no CMEI Geralda Bormaita, no Jardim Colonial, acompanharam apresentação da dupla cover dos palhaços Patati Patata

FONTE: http://www.apucarana.pr.gov.br/noticia/10971-rede+municipal+promove+cantatas+de+natal/#1
Acesse  as crônicas  do  Prof.  Cláudio  Silva em  http://profclaudiosilva.blogspot.com/2011/10/cronicas-sobre-educacao-do-prof-claudio.html





Aumento dos investimentos em educação pode não se concretizar ( O GLOBO)

Meta de 8% do PIB, prevista na última versão do PNE, inclui até pagamento de aposentadorias


BRASÍLIA – Uma diferença aparentemente sutil no futuro texto do Plano Nacional de Educação (PNE), apresentado na última terça-feira (6) na Câmara dos Deputados, poderá reduzir em alguns bilhões de reais o aumento para investimentos na área. A redação final proposta pelo relator, deputado Angelo Vanhoni (PT-PR), coloca como meta o investimento de 8% do Produto Interno Bruto (PIB), mas considerando o investimento público total em educação. Já a proposta encaminhada pelo governo, no ano passado, falava em investimento direto em educação.
A diferença entre os dois é que, no primeiro caso, são incluídos recursos públicos investidos em entidades privadas, bolsas de estudo e até contribuições sociais de aposentadoria de trabalhadores da área. Já no segundo, são contabilizadas apenas as verbas aplicadas diretamente no sistema público de educação.
Na prática, a mudança do conceito de investimento significa uma ampliação mais tímida dos recursos. Considerando o investimento público total, o patamar atual de investimento em educação é de 5,7% do PIB. A meta de investimento de 8% do PIB definida no relatório significaria, portanto, um crescimento de 2,3 pontos percentuais – enquanto a expectativa das entidades era que esse aumento fosse mais significativo.
Para a Campanha Nacional pelo Direito à Educação, principal entidade que articula a mobilização social em torno da aprovação do projeto, a mudança do texto foi uma “manobra contábil” para camuflar os investimentos reais. A entidade defende, junto com outras organizações da sociedade civil, que o patamar de investimento incluído no PNE seja de 10% do PIB.
O relator da proposta admite que a alteração do texto foi “fruto do processo de negociação” com o governo, mas nega que tenha sido uma manobra. Nas últimas semanas, Vanhoni adiou diversas vezes a apresentação do relatório do PNE porque não chegava a um consenso com o governo sobre a meta de investimento. A proposta inicial enviada pelo Executivo previa a ampliação dos investimentos para 7% do PIB, índice que foi aumentado para 8%. Essa expansão dos recursos deverá ser feita no prazo de dez anos, período que irá vigorar o novo plano. O projeto estabelece 20 metas educacionais que deverão ser alcançadas pelo país neste prazo. Entre elas, o aumento de vagas em creches, a ampliação de escolas em tempo integral e a expansão das matrículas em cursos técnicos.
O relatório apresentado ontem traz o custo financeiro de cada uma das 20 propostas. Segundo Vanhoni, a meta de investimento de 8% do PIB em educação é o suficiente para pagar as mudanças previstas no projeto, ainda que seja considerado o investimento total em educação e não o direto. “A discussão tem que ser feita em torno do plano de metas e não apenas de índices. O debate que a Câmara precisa fazer é quais as metas para as diversas modalidades para incluir desde as crianças até 3 anos a jovens de 18 a 24 anos no sistema educacional brasileiro e de qual valor nós vamos dispor para custear isso”, argumentou.
A vigência do antigo PNE terminou em dezembro de 2010 e, no momento, não há plano em execução. O impasse em torno do percentual de investimento pode deixar a aprovação para 2012. O texto ainda precisa ser apreciado pelo Senado.

FONTE: http://oglobo.globo.com/educacao/aumento-dos-investimentos-em-educacao-pode-nao-se-concretizar-3398410

Acesse  as crônicas  do  Prof.  Cláudio  Silva em  http://profclaudiosilva.blogspot.com/2011/10/cronicas-sobre-educacao-do-prof-claudio.html

TV Escola vai adotar plataformas interativas na programação em 2012 (MEC)

Rio de Janeiro — A TV Escola do Ministério da Educação prepara-se para atuar, a partir do próximo ano, como uma plataforma interativa de distribuição de conteúdo audiovisual. Com isso, pretende aprimorar a aprendizagem e as práticas de ensino.

A proposta da TV Escola, agora subordinada à Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC, ganha impulso a partir das idéias e experiências sobre interatividade, convergência de mídias e produção de conteúdos digitais para as escolas públicas compartilhadas no encontro Educação e Novos Paradigmas (EduTec), realizado nesta terça-feira, 6, no Rio de Janeiro. As discussões sobre inovações tecnológicas desenvolvidas em várias partes do mundo e suas múltiplas utilizações na educação já induzem a mudanças, como a que se propõe a TV Escola.

Ao longo deste ano, foi desenvolvido trabalho específico de avaliação de um novo formato para ela, até se chegar à realização do encontro da EduTec. “A TV Escola, agora sob a coordenação da SEB, é uma agenda urgente para a educação”, afirma a secretária de educação básica do MEC, Maria do Pilar Lacerda. “Queremos explorá-la da melhor forma possível para que seja um avançado espaço de diálogo e aprofundamento da educação, com a participação de todos.”

O coordenador de mídias e conteúdos digitais do MEC, Érico da Silveira, salienta que em 2012 a TV Escola já usará plataformas de mídias de forma articulada. “A EduTec simboliza uma refundação da TV Escola, que está sendo redesenhada para integrar ferramentas como o Banco de Objetos Educativos, o Portal do Professor e demais conteúdos digitais da educação básica”, disse.

Outro avanço anunciado por Silveira é a ampliação da parceria da TV Escola com a TV Brasil. Isso permitirá a disseminação da programação também por meio de um canal de televisão aberta, além do satélite e da internet, atualmente disponíveis.

Assessoria de Imprensa da SEB

Leia mais sobre a EduTec:
Adquirir conhecimentos ficará mais fácil com novas tecnologias
Papel das novas tecnologias na educação é tema de encontro
Evento discute experiências com novas tecnologias e usos em escolas públicas

FONTE: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=17287

Acesse  as crônicas  do  Prof.  Cláudio  Silva em  http://profclaudiosilva.blogspot.com/2011/10/cronicas-sobre-educacao-do-prof-claudio.html

EJA - Experiências bem-sucedidas vão receber medalhas na quarta-feira ( MEC)


A medalha é o reconhecimento de ações e políticas bem-sucedidas que ajudem a reduzir o analfabetismo e que possibilitem a jovens e adultos continuar os estudos na educação básica (foto: Wanderley Pessoa)Os autores das cinco experiências em educação de jovens e adultos vencedores da quinta edição da Medalha Paulo Freire receberão a premiação na próxima quarta-feira, 14. A solenidade será realizada às 19 horas, na Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa.

Este ano, concorreram à Medalha Paulo Freire 72 trabalhos desenvolvidos nas cinco regiões do país. São vencedores os projetos nos estados do Acre, Ceará, Mato Grosso, São Paulo e do Rio Grande do Sul. A comissão julgadora escolheu experiência da prefeitura de Teresópolis (RJ) para receber menção honrosa.

Promovida pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação, a Medalha Paulo Freire é concedida a iniciativas nas áreas de políticas, programas e projetos que ajudem a reduzir o analfabetismo e que possibilitem a jovens e adultos continuar os estudos na educação básica. A premiação é o reconhecimento de ações e políticas bem-sucedidas. Sua concessão não está vinculada a prêmio em valor de qualquer natureza.

Criada pelo já revogado Decreto nº 4.834, de 8 de setembro de 2003, que regulamentou o programa Brasil Alfabetizado, a Medalha Paulo Freire teve a continuidade assegurada pelo artigo 13 do Decreto nº 6.093, de 24 de abril de 2007, reformulador do programa. O prêmio, que tem o nome de um dos mais notáveis educadores brasileiros, foi entregue pela primeira vez em 2005.

Ionice Lorenzoni



Confira os projetos premiados em 2011
 
Acesse  as crônicas  do  Prof.  Cláudio  Silva em  http://profclaudiosilva.blogspot.com/2011/10/cronicas-sobre-educacao-do-prof-claudio.html
 

Professores receberão prêmio por experiências inovadoras

Sexta-feira, 09 de dezembro de 2011 - 14:45

Um grupo de 39 professores da educação básica pública de 18 estados receberá na próxima quarta-feira, 14, em Brasília, o prêmio Professores do Brasil. Cada educador ganhará R$ 5 mil. À escola na qual o professor desenvolve o projeto serão entregues equipamentos audiovisuais ou de multimídia no valor de R$ 2 mil. A solenidade de premiação será realizada no auditório do MEC, às 10 horas.

Nesta quinta edição, à qual concorreram 1,6 mil trabalhos, o prêmio conta com educadores de cinco estados da região Norte (Amazonas, Rondônia, Pará, Tocantins e Acre); cinco do Nordeste (Bahia, Paraíba, Rio Grande do Norte, Alagoas e Ceará); dois do Centro-Oeste (Goiás e Mato Grosso do Sul); dois do Sul (Paraná e Rio Grande do Sul) e os quatro do Sudeste (Espírito Santo, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro).

Entre os estados com maior número de experiências vencedoras aparecem Goiás, com seis trabalhos, São Paulo e Paraná, com quatro cada um, e Amazonas, com três.

Os municípios de Catalão (GO) e São Miguel do Iguaçu (PR) tiveram mais de uma escola premiada. Catalão, com 86,6 mil habitantes, a 255 quilômetros de Goiânia, receberá dois prêmios por trabalhos desenvolvidos na Escola Serafim Machado de Souza e no Colégio Estadual Pedro Viriato Parigot de Souza. São Miguel do Iguaçu, com 25,7 mil habitantes, no oeste paranaense, a 599 quilômetros de Curitiba, também terá dois professores premiados por experiências na Escola Municipal Nilda Margon Vaz e no Colégio Estadual Dona Iayá.

As mulheres são maioria nesta edição. As 34 vencedoras receberão todos os prêmios nas etapas de educação infantil, anos iniciais e anos finais do ensino fundamental. Entre os homens, os cinco ganhadores desenvolveram projetos com estudantes do ensino médio nas áreas de arte e cultura, educação ambiental, educação indígena e informática.

Para o diretor de formulação de conteúdos educacionais da Secretaria da Educação Básica (SEB) do MEC, Sérgio Gotti, o prêmio é um reconhecimento do Ministério da Educação aos professores e uma forma de valorização das atividades desenvolvidas por eles nas escolas. Gotti salienta que o prêmio, além de destacar a atuação dos profissionais, possibilita a divulgação das experiências vencedoras e abre possibilidades de replicá-las em outras instituições de ensino, municípios e estados.

Os ganhadores também vão participar de seminário promovido pelo MEC, em Brasília, no dia 15 próximo.

Edições — Em 2011, o Prêmio Professores do Brasil foi realizado pelo MEC em parceria com o Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed), União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) e Organização dos Estados Ibero-Americanos para Educação, Ciência e Cultura (OEI). A Fundação SM, Intel Brasil, Instituto Votorantim e Associação Brasileira de Editores de Livros (Abrelivros) são os patrocinadores.

As duas primeiras edições, em 2005 e 2007, tiveram a participação de professores da educação infantil e dos anos iniciais do ensino fundamental. Em cada ano foram premiados 20 projetos. A partir de 2008, o prêmio foi estendido a toda a educação básica, incluídos os anos finais do ensino fundamental e o ensino médio. Naquele ano, foram selecionados 31 projetos; em 2009, 35.

No conjunto das quatro edições, concorreram ao prêmio 4.394 trabalhos. Foram 1.135 em 2005; 1.457 em 2007; 779 em 2008 e 1.027 em 2009. Até agora, 106 educadores receberam prêmios, que somam R$ 530 mil.


Ionice Lorenzoni



Confira a relação dos vencedores em 2011
FONTE: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=17291

Acesse  as crônicas  do  Prof.  Cláudio  Silva em  http://profclaudiosilva.blogspot.com/2011/10/cronicas-sobre-educacao-do-prof-claudio.html
 

Acordo abre espaço para formulação de política de cultura do ensino básico ( MEC)

Quinta-feira, 08 de dezembro de 2011 - 15:55Haddad, ao lado de Ana de Hollanda, destacou a parceria: “Esse acordo de cooperação visa a levar mais cultura para dentro da escola e a levar a educação para fora da escola, para os ambientes em que há cultura à espera de jovens ávidos para transformar o mundo” (foto: Wanderley Pessoa)Os ministros da Educação, Fernando Haddad, e da Cultura, Anna de Hollanda, assinaram nesta quinta-feira, 8, em Brasília, acordo de cooperação técnica para a formulação da política de cultura para a educação básica. Estimado em R$ 80 milhões, o acordo reúne seis iniciativas conjuntas para beneficiar mais de 1 milhão de pessoas a partir de fevereiro de 2012 e atingir 5 milhões até 2014.
As iniciativas conjuntas permitirão a expansão do ensino médio em tempo integral, segundo Haddad. A partir do acordo, pontos de cultura, grupos e espaços culturais poderão receber estudantes no turno oposto ao daquele em que estudam (contraturno), de forma a complementar as aulas da rede de ensino.

O pacto expande a cooperação entre os dois ministérios, que atuam juntos desde 2006 no Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL). Entre as ações previstas no acordo assinado nesta quinta-feira está o projeto Mais Cultura na Escola, destinado a promover a integração entre os programas Mais Educação e Ensino Médio Inovador, do MEC, com os pontos, grupos e espaços culturais apoiados pelo MinC. Outra iniciativa é a ampliação do programa Agentes de Leitura, que seleciona e capacita jovens para atuar na formação de novos leitores.

O acordo também possibilitará maior acesso, no Programa Nacional Biblioteca Escolar (PNBE) do MEC, a livros de arte e demais acervos culturais, em diversos tipos de mídia, ofertados pelo Ministério da Cultura. O Cine Educação, também da pasta da Cultura, receberá filmes de longa e curta metragem nacionais do acervo do MEC. A parceria prevê ainda a oferta de cursos de formação continuada e de capacitação de professores nessas áreas.

Durante a vigência do pacto, serão realizadas pesquisas e executado o mapeamento das ações públicas que relacionam educação e cultura em todo território nacional.

De acordo com o ministro Fernando Haddad, educação e cultura são indissociáveis na formação dos jovens. Para ele, o momento é propício para fortalecer as ações que unem as duas pastas. “Esse acordo de cooperação visa a levar mais cultura para dentro da escola e a levar a educação para fora da escola, para os ambientes em que há cultura à espera de jovens ávidos para transformar o mundo”, disse Haddad.

Diego Rocha

Fonte: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=17290


Acesse  as crônicas  do  Prof.  Cláudio  Silva  em  http://profclaudiosilva.blogspot.com/2011/10/cronicas-sobre-educacao-do-prof-claudio.html

Economia com sistema de pregões é de R$ 1,39 bilhão em 4 anos ( MEC )

A nova sistemática de compras governamentais do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), baseada em pregões eletrônicos para registro de preços nacional, permitiu uma economia de R$ 1,39 bilhão aos cofres públicos de estados, municípios e do governo federal no período de 2008 a 2011. “Além do preço e da transparência, o processo assegura a qualidade dos produtos”, afirma o presidente do FNDE, José Carlos Freitas.

Com base nas estimativas das necessidades dos estados e municípios, o FNDE realiza licitações e registra os preços que passam a ter validade em todo território nacional. Com isso, os ganhos de escala favorecem o governo federal, estados e municípios, que podem aderir a esses registros de preços, realizando, assim, suas compras com rapidez, transparência e economicidade.

“Em outras palavras, a aquisição se faz por uma licitação bem mais rápida e racional, feita em uma escala, bastando aos entes federados pedir adesão ao registro de preços do FNDE para efetivar a compra”, completa o presidente do FNDE.

São diferentes itens que podem ser adquiridos por meio de atas de registro de preços do FNDE, como ônibus e bicicletas escolares, carteiras e mesas para alunos e professores, peças do uniforme escolar e computadores, entre outros. Como a previsão de compra é sempre de muitas unidades, levando-se em conta o grande número de redes de ensino e de alunos da educação básica pública, o ganho de escala faz com que os preços sejam bastante atrativos.

Além da economia e da qualidade dos produtos, o processo de compras por meio de registro de preços nacional já rendeu um prêmio importante ao FNDE. Este ano, a iniciativa foi uma das vencedoras da 16ª edição do Concurso Inovação na Gestão Pública, promovido pela Escola nacional de Administração Pública (Enap) e que visa identificar, premiar e disseminar ações inovadoras de gestão pública.

Como funciona – O processo do pregão eletrônico para registro de preços começa bem antes do lançamento do edital. O primeiro passo é definir as especificações do produto. Para isso, o FNDE conta com a parceria do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), que também atua na avaliação dos produtos durante e após a fabricação.

As discussões com representantes do setor produtivo em audiências públicas também fazem parte desta etapa. Elas são importantes para ajustar as condições do edital à realidade do mercado.

Ao mesmo tempo, é realizado um amplo estudo de mercado, que aponta os preços de produtos similares adquiridos por estados e municípios em recentes licitações. Esses valores vão basear a realização do pregão eletrônico. Ou seja, os preços só são registrados se realmente forem vantajosos para a administração pública.

Depois dessa primeira fase, é lançado o edital que regerá o pregão eletrônico. Na data marcada para a sessão pública, as empresas interessadas enviam seus lances por meio eletrônico até que se defina um vencedor. Cabe aos entes federativos interessados pedir adesão à ata de registro de preços para fazer seus contratos de compra com a empresa vencedora do certame.

Assessoria de Comunicação Social do FNDE
Fonte: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=17275
Acesse  as crônicas  do  Prof.  Cláudio  Silva em  http://profclaudiosilva.blogspot.com/2011/10/cronicas-sobre-educacao-do-prof-claudio.html