sábado, 31 de março de 2012

Brasil deve investir na produção de Recursos Educacionais Abertos


Fórum, realizado no Rio, defende licença aberta para obras com financiamento público

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RIO - A importância de se estimular não apenas a tradução, mas especialmente o desenvolvimento dos chamados Recursos Educacionais Abertos (REAs) — materiais educacionais que deem direito legal aos usuários para usar, copiar e redistribuir gratuitamente — foi um dos pontos destacados em um fórum latino-americano de políticas em REAs, encerrado ontem na Universidade Gama Filho, no Rio, e organizado pela Unesco em parceria com com a Commonwealth of Learning e a Secretaria municipal de Educação do Rio.
Os principais pontos discutidos no evento ajudarão a elaborar a Declaração da Unesco sobre Recursos Educacionais Abertos para encorajar os governos signatários a apoiar o princípio de que os produtos criados com financiamento público devem ter licenças abertas. O documento será apresentado no Congresso Mundial da Unesco sobre REA, entre 20 e 22 de junho, em Paris.

Com a participação de representantes de governos, universidades e sociedade civil de países latino-americanos como Chile, Uruguai e Guatemala, Abel Caine, especialista da Unesco em Sociedades do Conhecimento, destacou a participação brasileira:

— Os representantes latino-americanos, sobretudo os brasileiros, apontaram pontos importantes para incluir na declaração, como encorajar os governos a desenvolver os REAs no maior número de línguas. Até agora eram só em inglês. Não basta traduzir. É preciso respeitar a cultura e a tradição dos países.

Fonte:  http://oglobo.globo.com/educacao/brasil-deve-investir-na-producao-de-recursos-educacionais-abertos-4455236

Acesse  crônicas do  Prof. Cláudio  Silva, sobre  educação, em: http://profclaudiosilva.blogspot.com/2011/10/cronicas-sobre-educacao-do-prof-claudio.html

OFICINA: " RESILIÊNCIA E EDUCAÇÃO" - PARA EDUCADORES DO INSTITUTO NOSSA SENHORA DA ALEGRIA - Apucarana ( Pr) 31.03.2012



















sexta-feira, 30 de março de 2012

Cascavel atinge 200 mil eleitores com auxílio de campanha do NRE

Organizada pelo Núcleo Regional de Educação (NRE) de Cascavel, a campanha “Escola Cidadã” em parceria com a “1+1=200 mil eleitores”, iniciativa da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), subseção de Cascavel, ajudou a cidade do oeste a atingir 200 mil eleitores. A marca foi alcançada nesta quinta-feira (29), e permitirá a realização do segundo turno nas próximas eleições.

“É um momento histórico para o nosso município. Uma mobilização dos estudantes que coloca Cascavel entre os cinco maiores colégios eleitorais do estado”, destacou um dos coordenadores da campanha no NRE, professor Diogo Tamoio. O eleitor número 200 mil é Mateus Souza da Luz, de 16 anos, aluno do Colégio Estadual Eleodoro Ébano Pereira.

Para incentivar os jovens a aderir à campanha, o NRE de Cascavel promoveu atividades em sala de aula, que consistiram em concursos de redação e abordagem do tema por disciplinas como a Sociologia. “Este é um dia muito importante para a sociedade cascavelense. Estou feliz porque os alunos responderam ao nosso chamado e entenderam a importância dessa campanha. Agradecemos a todos os nossos parceiros, como a OAB, as escolas, imprensa e sociedade em geral”, afirmou o chefe do Núcleo, professor Vander Piaia.

Os organizadores das campanhas realizaram um ato simbólico nesta quinta-feira (29), em frente ao Fórum Eleitoral de Cascavel. Alunos de vários colégios, grêmios estudantis, membros do movimento secundarista, professores, diretores, advogados, lideranças políticas e sociedade organizada estiveram presentes no ato, para acompanhar a confecção do titulo de número 200 mil.

As campanhas do NRE e da OAB continuarão até o dia 8 de maio. Existe a estimativa de que cinco mil estudantes ainda podem fazer o título. O Núcleo ainda disponibilizará às escolas transporte para que os alunos possam se deslocar até ao Fórum e solicitar o título
 
Fonte: http://www.nota10.com.br/noticia-detalhe/4052_Cascavel-atinge-200-mil-eleitores-com-auxilio-de-campanha-do-NRE
 
Acesse  crônicas do  Prof. Cláudio  Silva, sobre  educação, em: http://profclaudiosilva.blogspot.com/2011/10/cronicas-sobre-educacao-do-prof-claudio.html

Brasileiro lê, em média, quatro livros por ano, revela pesquisa

O número é menor que de 2007, quando a média era de 4,7 livros



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BRASÍLIA - A média de leitura do brasileiro é de 4 livros por ano, sendo apenas 2,1 livros até o fim, segundo a 3ª edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, divulgada nesta quarta-feira. O número é menor do que o registrado em 2007, quando foi feita a 2ª edição da pesquisa. Na época, a média de livros lidos por ano era de 4,7.

O levantamento foi feito pelo Ibope Inteligência com 5 mil entrevistados em 315 municípios entre junho e julho de 2011. A pesquisa, encomendada pelo Instituto Pró-Livro, mostra ainda que metade da população - cerca de 88,2 milhões de pessoas - é considerada leitora, ou seja, leu ao menos um livro nos últimos três meses. O índice é menor do que o registrado em 2007, quando 55% da população havia declarado ter lido ao menos um livro nos três meses que antecederam a pesquisa. O Centro-Oeste é a região com melhor média de livros lidos, seguido pelo Nordeste, Sudeste, Sul e Norte.

A Bíblia é o livro mais lido no Brasil, seguido por livros didáticos, romances, livros religiosos, contos e livros infantis. As mulheres leem mais do que os homens. Enquanto 53% delas são leitoras, entre os homens o índice é de 43%.

Ainda segundo a pesquisa, 75% da população nunca frequentou uma biblioteca na vida. Presente à abertura do seminário Retratos da Leitura no Brasil, no qual o levantamento foi divulgado, a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, disse que o governo trabalha para zerar o número de municípios sem biblioteca.
- A leitura, quando vai além do livro didático, vai permitir a formação do cidadão, vai dar ao cidadão as ferramentas do conhecimento, permitir a ele desenvolver a capacidade de reflexão e análise, de questionar e desenvolver seu pensamento e sua opinião. A literatura tem essa capacidade. A televisão não permite tanto a reflexão quanto o livro - afirmou a ministra.

Durante o evento, fez-se um minuto de silêncio em homenagem ao escritor Millôr Fernandes, que faleceu na madrugada desta quarta-feira. Ana de Hollanda considerou a morte do escritor uma “perda irreparável”.

Fonte: http://oglobo.globo.com/educacao/brasileiro-le-em-media-quatro-livros-por-ano-revela-pesquisa-4436899

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Televisão Brasileira! Modernidade ou Imoralidade?

Interessante  artigo escrito  pelo bloggeiro  Edu Doroteu.  Acesse em

Televisão Brasileira! Modernidade ou Imoralidade?


http://edudoroteu.blogspot.com.br/2012/03/televisao-brasileira-modernidade-ou.html

Acesse  crônicas do  Prof. Cláudio  Silva, sobre  educação, em: http://profclaudiosilva.blogspot.com/2011/10/cronicas-sobre-educacao-do-prof-claudio.html

quinta-feira, 29 de março de 2012

Hábito de leitura cai no Brasil, revela pesquisa (VEJA)

Parcela de leitores passou de 55% para 50% da população entre 2007 e 2011. Até entre crianças e adolescentes, que leem por dever escolar, houve redução

Nathalia Goulart
Thinkstock (Thinkstock)
O brasileiro está lendo menos. É isso que revela a pesquisa Retrato da Leitura no Brasil, divulgada nesta quarta-feira pelo Instituto Pró-Livro em parceria com o Ibope Inteligência. De acordo com o levantamento nacional, o número de brasileiros considerados leitores – aqueles que haviam lido ao menos uma obra nos três meses que antecederam a pesquisa – caiu de 95,6 milhões (55% da população estimada), em 2007, para 88,2 milhões (50%), em 2011.
A redução da leitura foi medida até entre crianças e adolescentes, que leem por dever escolar. Em 2011, crianças com idades entre 5 e 10 anos leram 5,4 livros, ante 6,9 registrados no levantamento de 2007. O mesmo ocorreu entre os pré-adolescentes de 11 a 13 anos (6,9 ante 8,5) e entre adolescente de 14 a 17 (5,9 ante 6,6 livros).
Para Marina Carvalho, supervisora da Fundação Educar DPaschoal, que trabalha com programas de incentivo à leitura, uma das razões para a queda no hábito de leitura entre o público infanto-juvenil é a falta de estímulos vindos da família. “Se em casa as crianças não encontram pais leitores, reforça-se a ideia de que ler é uma obrigação escolar. Se existe uma queda no número de leitores adultos, isso se reflete no público infantil”, diza especialista. “As crianças precisam estar expostas aos livros antes mesmo de aprender a ler. Assim, elas criam uma relação afetuosa com as publicações e encontram uma atividade que lhes dá prazer.”
O levantamento reforça um traço já conhecido entre os brasileiros: o vínculo entre leitura e escolaridade. Entre os entrevistados que estudam, o percentual de leitores é três vezes superior ao de não leitores (48% vs. 16%). Já entre aqueles que não estão na escola, a parcerla de não leitores é cerca de 50% superior ao de leitores: 84% vs. 52%.
Outro indicador revela a queda do apreço do brasileiro pela leitura como hobby. Em 2007, ler era a quarta atividade mais apreciada no tempo livre; quatro anos depois, o hábito caiu para sétimo lugar. Antes, 36% declaravam enxergar a leitura como forma de lazer, parcela reduzida a 28%.
À frente dos livros, apareceram na sondagem assistir à TV (85% em 2011 vs. 77% em 2007), escutar música ou rádio (52% vs. 54%), descansar (51% vs. 50%), reunir-se com amigos e família (44% vs. 31%), assistir a vídeos/filmes em DVD (38% vs. 29%) e sair com amigos (34% vs. 33%). "No século XXI, o livro disputa o interesse dos cidadãos com uma série de entretenimentos que podem parecer mais sedutores. Ou despertamos o interesse pela leitura, ou perderemos a batalha", diz Christine Castilho Fontelles, diretora de educação e cultura do Instituto Ecofuturo, que há 13 anos promove ações de incentivo a leitura.
Um levantamento recente do Ecofuturo revelou a influência das bibliotecas sobre os potenciais leitores. De acordo com o levantamento, estudantes de escolas próximas a bibliotecas comunitárias obtêm desempenho superior ao de alunos que frequentam regiões sem biblioteca. Nesses casos, o índice de aprovação chega a ser 156% superior, e a taxa de abandono cai até 46%. "Ainda temos uma desafio grande a ser enfrentado, já que grande parte das escolas da rede pública não contam com biblioteca." Uma lei aprovada em 2010 obriga todas as escolas a ter uma biblioteca até 2020. Na época, o movimento independente Todos Pela Educação estimou que, para cumprir com a exigência, o país teria de erguer 24 bibliotecas por dia.
A pesquisa Retrato da Leitura no Brasil foi realizada entre 11 de junho e 3 de julho de 2011 e ouviu 5.012 pessoas, com idade superior a 5 anos de idade, em 315 municípios. A margem de erro é de 1,4 ponto percentual.
 
Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/habito-de-leitura-no-brasil-cai-ate-entre-criancas
 
Acesse  crônicas do  Prof. Cláudio  Silva, sobre  educação, em: http://profclaudiosilva.blogspot.com/2011/10/cronicas-sobre-educacao-do-prof-claudio.html

Empresários contam como chegar ao primeiro milhão de faturamento cada vez mais cedo

Jovens empresários mostram o que é preciso fazer para faturar muito como empreendedor
 
Ligia Aguilhar - Estadão PME


Clayton de Souza/AE
Clayton de Souza/AE
Para Daniel, é preciso ter base acadêmica e conhecer o mercado
 
Eles têm em comum a juventude e o tino para os negócios. Empresários de setores tão distintos quanto o de animais de estimação e alimentação fora do lar, eles provam que idade não é de modo algum uma barreira para quem pretende dar certo como empreendedor.

Aos 14 anos, Daniel Nepomuceno, por exemplo, já desenvolvia sites. Hoje, aos 25, tornou-se CEO de um deles. Acostumado a desenvolver páginas na internet para empresas de amigos da família, ele entrou no comércio virtual aos 19, como funcionário de uma consultoria. Seu desempenho chamou a atenção de um grupo de investidores e em 2010 ele recebeu um convite para assumir o comando da marca Meu Amigo Pet, um pet shop virtual fundado em 2005.

“Empreender foi quase uma sina porque na minha área é natural oferecerem parcerias”, afirma. Ao assumir o negócio, Daniel Nepomuceno dedicou-se a uma série de pesquisas para conhecer melhor o mercado no qual havia ingressado.
Ele também visitou feiras e eventos ao redor do mundo para trazer novos produtos ao País. Os resultados apareceram rapidamente. Em 2011, a empresa conquistou prêmios, abriu lojas físicas e o faturamento chegou a R$ 1 milhão.

Para alcançar essas cifras, Daniel precisou ainda vencer o desafio de gerenciar pessoas, especialmente executivos mais velhos, com o triplo da sua idade. “No início é necessário ter humildade e mente aberta para saber o que funciona, mostrar o que você pensa, suas ideias, e fazer as pessoas comprarem seu projeto”, diz. Como benefício pelos bons resultados, Nepomuceno, até então funcionário contratado, ganhou participação minoritária no negócio. Para os jovens empreendedores, segundo ele, a dica é buscar uma formação abrangente e também desenvolver amplo conhecimento sobre o mercado no qual atuará.

Uma boa dose de ousadia também não faz mal. Quando estava apenas no segundo ano da faculdade de administração, Juliano Simões, 26 anos, encontrou o ponto comercial perfeito para trazer para a capital paulista a rede de restaurantes por quilo Paulinhos Grill, criada por seu pai no interior de São Paulo. A loja, aberta em 2006, representou um desafio duplo na vida do empreendedor: gerenciar por conta própria um negócio e adaptá-lo ao exigente mercado paulistano. “Foi um começo difícil”, lembra.

A estratégia adotada por Simões foi aparentemente simples, mas deu resultados. Ele sofisticou, em relação aos concorrentes, o ambiente do restaurante e o cardápio. “O público quer qualidade, higiene, ser bem atendido e ter comida boa, mesmo que para isso precise pagar um pouco mais.” Simões amplificou a fórmula e abriu unidades nos principais centros de negócios da capital – Faria Lima, Berrini e Paulista. Em maio, ele inaugura uma nova unidade e espera aumentar em 30% o faturamento, que em 2011 foi de R$ 9 milhões.

A história de sucesso dos empresários Tiago Campos, 25 anos, e Rafael Soares, 27 anos, foi diferente. Eles apostaram em um produto então pouco conhecido no País – o frozen yogurt – e conseguiram crescer rapidamente com a Yoguland.
Formatada para se tornar uma franquia, a rede possui 38 lojas. Hoje febre no País, a dupla precisou suar muito para provar a viabilidade da venda de iogurte como negócio. “Ninguém tinha ideia do que era esse produto por aqui”, relembra Campos. Cada sócio conta ter investido R$ 35 mil na empreitada e os R$ 280 mil restantes foram financiados pela mãe de Soares. Hoje, a empresa fatura cerca de R$ 16 milhões.

A dupla conta que planejou durante quase um ano cada detalhe do negócio e recorreu até a cursos para complementar a formação acadêmica. “Muitas vezes, o jovem empreendedor tem tudo na mão e não abre um negócio por não se sentir totalmente seguro. Acho que o importante é acreditar em você mesmo e quando tiver uma ideia, ir atrás dela”, recomenda Tiago Campos.

Fonte: http://pme.estadao.com.br/noticias/noticias,empresarios-contam-como-chegar-ao-primeiro-milhao-de-faturamento-cada-vez-mais-cedo,1645,0.htm

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