sexta-feira, 29 de julho de 2011

Novos rumos da EJA são debatidos em Apucarana

  • Sexta,29/07/11 •10h48 •Autor: Assessoria de Imprensa
Projeto de Apucarana está entre as iniciativas estaduais selecionadas para a etapa nacional do prêmio “Medalha Paulo Freire”
Cerca de 200 gestores educacionais, membros de ONGS, Movimentos Sociais e Sindicais, Sistema S, Universidades Federal e Estaduais do Paraná, bem como educadores e alunos da Educação para Jovens e Alunos (EJA) de 21 municípios paranaenses participaram nesta sexta-feira (29/07), no salão nobre da Prefeitura de Apucarana, de Reunião Plenária do Fórum Paranaense da EJA.

Classificada como histórica, a iniciativa realizada com envolvimento do Núcleo Regional de Educação e Autarquia Municipal de Educação de Apucarana (AME), marcou o retorno das discussões pelo interior do Paraná. “Não há outro caminho para a promoção definitiva da dignidade senão através da Educação. Esta mobilização, com participação de todos aqueles que fazem da EJA, certamente trará novos avanços, possibilitando que mais pessoas possam ser de fato inseridas na vida em sociedade com acesso ao estudo. Com isso cumprimos com o nosso dever em quanto poder público e entidades representativas da população, oferecendo uma nova oportunidade a quem não pôde estudar na idade ideal”, analisou o prefeito João Carlos de Oliveira (PMDB).

Além de informes sobre atualidades sobre a Educação para Jovens e Adultos em níveis Estadual e Nacional, na plenária de Apucarana foram tratados a recomposição da delegação para o Encontro Regional de EJA Sul; XII Encontro Nacional de EJA; Plano Nacional de Educação e EJA, e Agenda de Desenvolvimento Territorial Integrado de Alfabetização e EJA. “O fórum paranaense é um espaço crítico de defesa da educação para jovens e adultos. Fiquei muito feliz em ver a articulação aqui em Apucarana e região”, destacou professora da UFPR e representante do Fórum Paranaense, Maria Aparecida Zanetti.

Durante sua expositiva, a educadora deu uma boa notícia para o município. “Com o projeto “Minha História”, Apucarana está entre as iniciativas estaduais selecionadas para a etapa nacional do prêmio “Medalha Paulo Freire”, que reconhece e estimula experiências educacionais que promovem políticas, programas e projetos relevantes para a educação de jovens e adultos no Brasil”, informou.

A importância da EJA estar no centro da agenda das discussões foi enfatizada pelo diretor-presidente da AME, professor Cláudio Silva. “O que há pouco tempo era visto como apêndice, hoje percebemos que está na centralidade, o que é muito positivo. Temos grandes desafios no sentido de reduzir as mazelas educacionais em nosso país”, disse Silva, parabenizando o trabalho do Fórum Parananense da EJA.

A mesma opinião foi salientada pela chefe do Núcleo Regional de Educação, professora Maria Onide Balan Sardinha. “Sou uma militante da educação para jovens e adultos e, historicamente todos sabemos que nunca houve investimentos como existem hoje, com material didático específico, capacitação de professores. Esta plenária é um espaço importante, que aproxima as entidades em um momento de revisão das políticas, de avaliação”, concluiu.

O Fórum Paranaense é formado a partir de uma comissão constituída por instituições governamentais, não-governamentais e movimentos interessados em compor um espaço de articulação ampla dos diferentes segmentos de representação da EJA no Paraná. O mesmo tem caráter democrático, plural (não partidário) e supra-institucional, informativo, formativo, propositivo, de discussão e intercâmbio de experiências. Tem como objetivo constituir um espaço crítico de defesa e divulgação da importância da Educação de Jovens e Adultos e acompanhar as políticas públicas Municipais, Estadual e Nacional.
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Fonte: http://www.apucarana.pr.gov.br/noticia/10195-novos+rumos+da+eja+sao+debatidos+em+apucarana/#5


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A última lição de Amy ( GILBERTO DIMENSTEIN)

24/07/2011 - 12h34

Tenho por várias vezes comentado como é perigoso o uso de celebridades para vender produtos que fazem mal à saúde, como bebida, por exemplo. Afinal, vincula-se o produto a charme, sensualidade e sucesso.
A morte de Amy Winehouse tem o efeito contrário. É a celebridade que, com sua tragédia, ensina os perigos do abuso do álcool e da droga mais do que qualquer campanha educacional pode fazer. Ela deixa na lembrança um extraordinário talento, mas sua última grande lição é ter ajudado a "desglamourizar" as substâncias psicoativas.
O que falarão agora é o que foi perdido com sua morte. Como ela teria produzido mais e encantado tanta gente com sua arte. Ou seja, como as drogas e o álcool produziram não charme ou sucesso, mas desperdício.
Uma das grandes conquistas educativas em saúde pública que vemos é a redução de consumo do fumo entre jovens. A força da mensagem não estava no moralismo, mas na ideia de desperdício. O problema em si nem é morrer, mas viver mal, carregando o peso da doença.
A morte de Amy serve, pela dor, como uma grande lição aos jovens --e é uma força aos educadores de saúde pública.
Gilberto Dimenstein Gilberto Dimenstein, 54, integra o Conselho Editorial da Folha e vive nos Estados Unidos, onde foi convidado para desenvolver em Harvard projeto de comunicação para a cidadania.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/gilbertodimenstein/949030-a-ultima-licao-de-amy.shtml
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quarta-feira, 27 de julho de 2011

APUCARANA - Alunos da EJA trabalham a “Cultura Afro”

 Quarta,27/07/11 •09h39 •Autor: Assessoria de Imprensa
 O encerramento do projeto aconteceu neste mês de julho, com uma confraternização nas dependências do Sesc
As professoras da Educação para Jovens e Adultos (EJA) da Escola Municipal Professor Idalice Moreira Prates, em parceria com o Sesc Apucarana, desenvolveram com suas turmas um projeto denominado “Educação e Cidadania - Cultura Afro-brasileira”. “Durante as atividades, realizadas ao longo do primeiro semestre, os alunos puderam desenvolver um estudo profundo sobre o assunto”, destaca professora Sueli Reis, coordenadora da EJA pela Autarquia Municipal de Educação (AME). Segundo ela, destacaram-se a confecção de trabalhos manuais, comidas típicas como por exemplo, feijoada e cocada, danças, músicas e poesias de origem africana, dentre outras atividades com intuito pedagógico.

O encerramento do projeto aconteceu neste mês de julho, com uma confraternização nas dependências do Sesc. Os alunos e professoras, vestidos à caráter, fizeram apresentações artísticas de danças, samba, declamação de poesias. Teve também participação do grupo de Capoeira Maculelê”, relata Sueli.

Na ocasião foi servido um coquetel para autoridades convidadas, diretoras da Escola Professor Idalice e do Sesc, coordenadora da EJA, representantes da Autarquia Municipal de Educação, e do Núcleo Regional de Ensino, “assim como familiares dos alunos e representantes das escolas municipais”, conclui professora Sueli.

A Educação para Jovens e Adultos é o segmento de ensino da rede escolar pública no Brasil para aqueles que não completaram os anos da educação fundamental em idade apropriada e não possuem idade escolar. Em Apucarana este sistema de ensino atende desde 2006 e a modalidade exige freqüência obrigatória, presencial, com avaliação no processo.

A AME destaca que o período de matrículas para o segundo semestre está aberto e encerra-se nesta sexta. Os interessados podem comparecer nas 14 escolas e no Sesc. Os matriculados são atendidos com material escolar, material didático (livros), passe do transporte escolar (de acordo com a distância comprovada mediante conta de luz) e merenda escolar. Em caso de necessidade, os alunos com deficiência visual recebem atendimento especial pela Autarquia Municipal de Saúde. Mais informações 3423-1954, com professora Sueli Reis.

Fonte: http://www.apucarana.pr.gov.br/noticia/10180-alunos+da+eja+trabalham+a+cultura+afro/#1
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segunda-feira, 25 de julho de 2011

Escolas Idalice e Três Reis levam Educação integral a Erechim ( R.S.)

  • Segunda,25/07/11 •17h13 •Autor: Assessoria de Imprensa

A experiência de Apucarana foi apresentada durante o programa de Formação Continuada
A experiência de Apucarana com a Educação Integral foi apresentada durante o programa de Formação Continuada para Profissionais da Educação de Erechim, no Rio Grande do Sul. O diretor-presidente da Autarquia Municipal de Educação, professor Cláudio Aparecido Silva; e as professoras Eliane Zanin e Suzimara Carvalho da Cruz Oláh de Almeida Lima, diretoras das escolas Idalice Moreira Prates e Juiz Luiz Fernando de Araújo Pereira, respectivamente, representaram Apucarana no evento, falando, inclusive, do compartilhamento com o Colégio Estadual Antônio dos Três Reis Oliveira, no Conjunto Djalma Mendes de Oliveira.

O professor Cláudio Silva lembra que profissionais de educação de Erechim estiveram em Apucarana recentemente, conhecendo o funcionamento da Educação Integral na cidade. “No fórum realizado naquela cidade gaúcha, pudemos apresentar com maior profundidade nossa experiência e assim auxiliar na implantação do sistema educacional, hoje uma referência para o País”, manifesta o professor.

As professoras Eliane Zanin e Suzimara de Almeida Lima apresentaram aos profissionais de educação de Erechim como a Educação Integral de Apucarana conquistou a sociedade. Hoje, explicaram elas, não é possível pensar em outro modelo educacional, principalmente pela integração com a sociedade. As diretoras da Idalice Moreira Prates e Juiz Luiz Fernando destacaram ainda os resultados obtidos no Ideb, onde a média das escolas de Apucarana superou a média nacional.

Em Erechim, o prefeito Paulo Polis ressaltou que o governo municipal assumiu este compromisso com a qualificação dos educadores de sua rede com objetivo de, cada vez mais, melhorar os serviços prestados pelas escolas municipais.

Fonte: http://www.apucarana.pr.gov.br/noticia/10168-escolas+idalice+e+tres+reis+levam+educacao+integral+a+erechim/

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sexta-feira, 22 de julho de 2011

Para recuperar falhas na Educação, faculdades ensinam tabuada

22 de julho de 2011

 Instituições de ensino investem em aulas de reforço, que resgatam conteúdos que já deveriam vir assimilados do Ensino Fundamental, como conhecimento da tabuada e de ortografia

Ao chegar na universidade muitos estudantes percebem que a educação básica falhou. Para impedir que essas deficiências atrapalhem o rendimento dos alunos e façam com que eles desistam dos cursos, algumas instituições de ensino investem em aulas de reforço, que resgatam conteúdos que já deveriam vir assimilados do ensino fundamental, como conhecimento da tabuada e de ortografia.
De acordo com a professora da pós-graduação em Educação da Universidade de São Paulo (USP) Sílvia Gasparian Colello, os espaços de reforço são lugares positivos de aprendizado, porém não podem substituir o papel das escolas. "É como um tapa-buraco, pois é complicado suprir nove anos de ensino fundamental, mais três de ensino médio só com algumas aulas", afirma.
Para o professor da faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Helvécio Aguiar, essa má qualidade da educação básica tem suas raízes na ditadura militar, período de sucessivas reformas na educação, mas sem nenhuma que tenha privilegiado a formação do professor.

O especialista diz que o problema não escolhe classe social e aparece em alunos oriundos de escolas públicas e privadas. "A forma de aprovação é um grande problema, porque não aprova nada. O aluno é 'bonzinho' em sala de aula e não incomoda, e isso pode bastar para que ele seja aprovado na escola", critica Aguiar.
Reforço de tabuada e classes gramaticais
Para melhorar o desempenho dos alunos, há três anos a Faculdade Iguaçu, em Capanema (PR), oferece aulas de reforço. Sua base são as disciplinas de português e matemática, nas quais os estudantes encontram mais dificuldade.

Entre os conceitos ensinados estão desde conteúdos básicos, como tabuada e classes gramaticais, até interpretação de textos e raciocínio lógico. Qualquer aluno matriculado na faculdade pode assistir às aulas, ministradas aos sábados e que não obrigatórias no currículo.
A diretora acadêmica da instituição, Andreza Piton, afirma que esse espaço não deveria ser frequentado apenas por alunos iniciantes, mas também por aqueles que já estão mais avançados na graduação, pois a atividade resulta em uma melhora no desempenho dos estudantes em sala de aula. "Os alunos começam a responder melhor ao estímulo dos professores, acompanham melhor a aula, o que reflete em menos evasão da graduação", explica.
Aulas de reforço não servem para ensinar todo o conteúdo do ensino médio
Para a coordenadora de ensino e desenvolvimento acadêmico da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Valderez Lima, cada vez mais as universidades precisam estar prontas para auxiliar esse aluno que chega na graduação com um conhecimento que não é o ideal. "As universidades têm o dever de ajudar", salienta. Desde 2009, a PUCRS conta o Laboratório de Aprendizagem (Lapren), que oferece aulas de reforço em português e matemática.
Segundo Valderez, essas aulas não têm papel de substituir o ensino médio, ensinando toda a matéria, mas são eficazes como preenchimento de lacunas na educação do universitário. "Ela serve para completar um aprendizado que não foi bem sucedido. Às vezes, o estudante não estava focado ou até não entendeu a forma como o professor colocou o conteúdo", afirma a educadora.
No curso de Publicidade e Propaganda da Anhembi Campinas, os professores também reconhecem os reflexos do curso de nivelamento na sala de aula. "Os estudantes sempre vêm relatar que ganham mais confiança na hora de escrever, seja na elaboração do texto, seja em aspectos como crase e vírgulas", afirma a professora Denise Lourenço.
Em qualquer graduação, o volume de textos que precisam se lidos costuma ser grande. Em Publicidade e Propaganda, de acordo com Denise, nessas horas, o nivelamento também é eficaz. "Tem muita interpretação de texto. Logo no primeiro semestre, eles têm produção de linguagem publicitária, em que precisam praticar um texto conciso e evitar o senso comum. Para isso, é preciso ter bagagem, aí entram as oficinas", explica

Fonte: http://www.todospelaeducacao.org.br/comunicacao-e-midia/educacao-na-midia/17664/para-recuperar-falhas-na-educacao-faculdades-ensinam-tabuada/
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Liberados R$ 82 milhões a 266 municípios para erguer creches

Sexta-feira, 22 de julho de 2011 - 17:37

Recursos de R$ 82,5 milhões estão liberados a a 266 municípios de 23 estados para a construção de creches por meio do Programa Nacional de Reestruturação e Aquisição de Equipamentos da Rede Escolar Pública de Educação Infantil (Proinfância). A transferência foi feita pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

São Paulo, com R$ 18,2 milhões para 58 municípios, é o estado que mais recebeu recursos. A seguir, vêm Paraná, com R$ 9,2 milhões para 30 municípios, e Bahia, com R$ 7,1 milhões para 20 municípios.

Por meio de convênios com o programa, criado em 2007, 320 municípios já ergueram escolas de educação infantil. Outras 2.116 unidades estão em construção em todo o país.

O FNDE oferece dois projetos. O do tipo B tem capacidade para 240 crianças até cinco anos de idade, com atendimento em dois turnos. São oito salas pedagógicas, sala de informática, cozinha, refeitório, pátio coberto, secretaria e sanitário para pessoas com deficiência, entre outros ambientes. O do tipo C atende 120 crianças, também em dois turnos, com quatro salas pedagógicas e os mesmos espaços previstos no tipo B. O do tipo A é elaborado pelas prefeituras, de acordo com padrões de qualidade exigidos pelo FNDE.

O Ministério da Educação tem dedicado especial atenção ao atendimento a crianças até 3 anos de idade. Desde 2007, foram firmados convênios com municípios e com o Distrito Federal para a construção de 2.348 creches no âmbito do Programa Nacional de Reestruturação e Aquisição de Equipamentos para a Rede Escolar Pública de Educação Infantil (Proinfância). Desses convênios, 524 foram celebrados em 2007; 497 em 2008; 700 em 2009 e 627 em 2010. Uma das metas do Plano Nacional de Educação (PNE), cujo projeto de lei tramita no Congresso Nacional, é ter 50% das crianças até 3 anos matriculadas em instituições de educação infantil até 2020. 

Assessoria de Imprensa do FNDE

Confira o repasse de recursos, por município atendido

Fonte: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=16907
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Escolas de Apucarana recebem recursos também para acessibilidade

 Sexta,22/07/11 •15h10 •Autor: Assessoria de Imprensa
No total, chegaram ao município R$183.181,20, sendo R$100.020.02 para custeio e R$83.161,18 para capital
Já estão disponíveis, na conta bancária das Associações de Pais, Mestres e Funcionários (APMFs) das 37 escolas municipais e 20 centros municipais de educação infantil de Apucarana (CMEIs), os recursos provenientes do repasse anual do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), uma iniciativa do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). No total, chegaram ao município R$183.181,20, sendo R$100.020.02 para investimento em custeio (bens ou serviços com durabilidade de até 3 anos) e R$83.161,18 para injeção em capital (bens com durabilidade superir a 3 anos).

O diferencial deste ano, segundo a Autarquia Municipal de Educação de Apucarana (AME) é o repasse do PDDE-Acessibilidade, que contemplou três escolas: Albino Biacchi e Antonieta Lautenchlager, ambas com R$7 mil cada, e a Professor Alcides Ramos, com R$6 mil. “Estes montantes, a critério das APMFs – gestoras dos recursos – deverão contemplar prioritariamente obras como construção ou adaptação de rampas, alargamento de portas e passagens, adaptação de sanitários e sinalização visual, tátil e sonora”, explica o prefeito João Carlos de Oliveira (PMDB).

Além das obras, com o dinheiro do PDDE-Acessibilidade a escola poderá adquirir ainda materiais e equipamentos para alunos portadores de necessidades especiais. “O PDDE consiste em uma assistência financeira importante às escolas públicas da educação básica, contribuindo sobremaneira para a melhoria da infraestrutura física e pedagógica”, destaca professor Cláudio Silva, diretor-presidente da AME.

Segundo ele, de acordo com a proposição do PDDE, os recursos também contribuem para o reforço da autogestão escolar e a elevação dos índices de desempenho da educação básica. “O recurso é repassado uma vez por ano e seu valor é calculado com base no número de alunos matriculados, segundo o censo escolar do ano anterior ao do repasse”, complementa Silva.

Como parceira, a prefeitura – através da AME - é responsável por proceder todo o assessoramento técnico às APMFs, desde o momento da adesão ao PDDE, passando fiscalização até a prestação de contas da aplicação dos recursos.

Em geral, o dinheiro destina-se à aquisição de material permanente, manutenção, conservação e pequenos reparos da unidade escolar. Aquisição de material de consumo necessário ao funcionamento da escola, avaliação de aprendizagem, implementação de projeto pedagógico e desenvolvimento de atividades educacionais.

Segundo dados do FNDE, o orçamento nacional do PDDE previsto para 2011 é de R$ 1,5 bilhão.

 Fonte:http://www.apucarana.pr.gov.br/noticia/10160-escolas+de+apucarana+recebem+recursos+para+obras+de+acessibilidade/#0

Leia mais crônicas  do  Prof. Cláudio  Silva clicando nos links abaixo:
1.      A  ADOLESCÊNCIA FURTADA - o  culto à  precocidade – Parte I
2.      A  ADOLESCÊNCIA FURTADA - o  culto à  precocidade – Parte II
3.      CUIDADO, SEU FILHO PODERÁ SER MAIS UM “MEIA BOCA”!
4.      TÁ FALTANDO TEMPERO , ZÉ!
5.      SABE QUEM INFARTOU?
6.      NÃO DESISTA  JAMAIS – a  história de José  e  Hilda
7.      A MULHER E O MENINO
8.      NÃO LEIA BONS LIVROS
9.      GLÓRIA PEREZ ACERTOU!
10.    A ESCOLA  COM QUE  SONHO
11.    LEVANTA A  CABEÇA  MENINO! ou  Aprendendo com Ronaldo “O Fenômeno”
12.    ESTOU A  DOIS  PASSOS  DO PARAÍSO !
13.    O “MORRO DOS  VENTOS UIVANTES” E O  BULLYING !
14.    QUER FILHOS INTELIGENTES?
15.    BIN LADEN ESTÁ VIVO!
16.    SAIA DO TÚMULO! É  HORA  DE  REAGIR!
17.    ESTÃO CRUCIFICANDO UM INOCENTE
18.    A TRAGÉDIA DO  REALENGO
19.    VOCÊ  É UM PROFISSIONAL DE ALTO  NÍVEL?
20.    ENCHENTES
21.    O PERIGO ATÔMICO
22.    PROFISSIONALISMO : a importância do espírito de equipe para o sucesso profissional
23.    CONQUISTANDO SEUS OBJETIVOS NA VIDA
24.    CUIDADO COM A  BUSCA  DO MAIS  FÁCIL! – a importância da  educação  da  vontade  na  formação  dos filhos.
25.    EDUCAÇÃO INTEGRAL : Ampliação de Tempos e Espaços Educativos - A experiência de Apucarana-Pr
26.    OS  CUIDADOS NA EDUCAÇÃO DOS PEQUENOS
27.    CONHEÇA O PERFIL DETALHADO DO GRANDE DERROTADO NAS  ELEIÇÕES EM APUCARANA
28.    EDUCAÇÃO NO BRASIL, UM BARCO RUMO AO  PRECIPÍCIO?

Apucarana prepara professores para o novo semestre

Uma iniciativa da Autarquia Municipal de Educação, palestras e debates vão até sexta visando o retorno das aulas dia 25
A Autarquia Municipal de Educação (AME), de Apucarana, promove até esta sexta-feira (22/07), uma série de atividades pedagógicas. Com o tema: “Práticas e estratégias inovadoras para a Educação Integral”, as capacitações contam com palestras e oficinas, visando o início do novo semestre letivo. A volta às aulas na rede municipal acontece nesta segunda-feira (25/07). A abertura das atividades de capacitação acontecei nesta quarta-feira (20/07), no Cine Teatro Fênix, com o 2º Encontro Pedagógico de 2011.

Na oportunidade, os educadores assistiram à palestra “A magia do verbo acreditar”, com o professor Nilson de Oliveira, atuante na UNIFAMMA – Faculdade Metropolitana de Maringá. Representando o prefeito João Carlos de Oliveira (PMDB) e o diretor-presidente da AME, professor Cláudio Silva, a diretora do Departamento de Educação Infantil, professora Rute Burato, abriu os trabalhos e destacou o Programa de Formação Continuada dos docentes da rede municipal. “É com capacitação dos professores e investimentos diversos que elevamos a qualidade da educação integral”, disse.

Na parte da tarde, o Cine Fênix sediou capacitação com as merendeiras e profissionais de serviços gerais das escolas e cmeis de Apucarana. Os temas “Higiene dos ambientes e Segurança Alimentar”, estiveram a cargo do palestrante Mário Augusto Vieira dos Santos, técnico em Vigilância Sanitária. A ação foi uma iniciativa do Departamento de Alimentação Escolar da AME.

Ainda na parte da tarde, duas atividades movimentaram o salão nobre da Prefeitura de Apucarana. Uma envolveu os profissionais da Educação Especial e Inclusão. O momento foi dirigido pela professora mestre Devanir Papa Jerônimo (FAFIJAN), que ministrou a palestra “Dificuldades de Aprendizagens na Perspectiva da Linguagem Verbal e não verbal”.

Já a segunda atividade foi dentro do Programa de Formação pela Escola, com as tutoras Solange Husczes e Jussara Maziero. O público-alvo foi composto por cursistas concluintes dos módulos PNAE, PNATE, FUNDEB e Controle Social. Na ocasião aconteceu entrega de certificados e integração das novas turmas de PDDE e Competências Básicas.

Nesta quinta-feira (21/07), ao longo do dia, estão previstas atividades nas escolas: análise do primeiro semestre e planejamento estratégico para o segundo semestre. Já nesta sexta-feira (22/07), das 8h30 às 11h30 e das 13h30 às 16h30, na Faculdade de Apucarana (FAP), acontecem 10 oficinas temáticas.

Oficinas Temáticas

1. A Geografia, os escolares e a compreensão do espaço.
Professora: Maria do Carmo C. Faria
2. Construindo sólidos geométricos por meio de dobraduras
Professora: Adriana Beletatti
3. A arte do EVA: possibilidades criativas para a sala de aula
Professora: Simone França
4. Habilidades de prontidão para a leitura e escrita
Psicopedagoga Ariane da Cunha Silvério (PAE)
5. A Diversidade humana na escola: reconhecimento, multiculturalismo e tolerância
Professor Jorge Luís dos Santos (NRE)
6. Gêneros textuais no cotidiano da escola
Professora Cláudia Pontara (NRE)
7. A Poesia infanto-juvenil como instrumento na formação do leitor e do sujeito
Bruna Fernanda de Almeida (SESC)
8. Gêneros na Escola
Eloísa Franciscon Fernandes (Secretaria da Mulher – IAMA)
Valéria Begali (Psicóloga)
Karine Santos Costa (Assistência Social)
9. Projeto ALE – Apropriação, Leitura e Escrita
Professora: Sirlei Trizotti
10. Educação Infantil
Professor João Massei

Fonte: http://www.apucarana.pr.gov.br/noticia/10147-apucarana+prepara+professores+para+o+novo+semestre/#0



Leia crônicas  do  Prof. Cláudio  Silva clicando nos links abaixo:
1.      A  ADOLESCÊNCIA FURTADA - o  culto à  precocidade – Parte I
2.      A  ADOLESCÊNCIA FURTADA - o  culto à  precocidade – Parte II
3.      CUIDADO, SEU FILHO PODERÁ SER MAIS UM “MEIA BOCA”!
4.      TÁ FALTANDO TEMPERO , ZÉ!
5.      SABE QUEM INFARTOU?
6.      NÃO DESISTA  JAMAIS – a  história de José  e  Hilda
7.      A MULHER E O MENINO
8.      NÃO LEIA BONS LIVROS
9.      GLÓRIA PEREZ ACERTOU!
10.    A ESCOLA  COM QUE  SONHO
11.    LEVANTA A  CABEÇA  MENINO! ou  Aprendendo com Ronaldo “O Fenômeno”
12.    ESTOU A  DOIS  PASSOS  DO PARAÍSO !
13.    O “MORRO DOS  VENTOS UIVANTES” E O  BULLYING !
14.    QUER FILHOS INTELIGENTES?
15.    BIN LADEN ESTÁ VIVO!
16.    SAIA DO TÚMULO! É  HORA  DE  REAGIR!
17.    ESTÃO CRUCIFICANDO UM INOCENTE
18.    A TRAGÉDIA DO  REALENGO
19.    VOCÊ  É UM PROFISSIONAL DE ALTO  NÍVEL?
20.    ENCHENTES
21.    O PERIGO ATÔMICO
22.    PROFISSIONALISMO : a importância do espírito de equipe para o sucesso profissional
23.    CONQUISTANDO SEUS OBJETIVOS NA VIDA
24.    CUIDADO COM A  BUSCA  DO MAIS  FÁCIL! – a importância da  educação  da  vontade  na  formação  dos filhos.
25.    EDUCAÇÃO INTEGRAL : Ampliação de Tempos e Espaços Educativos - A experiência de Apucarana-Pr
26.    OS  CUIDADOS NA EDUCAÇÃO DOS PEQUENOS
27.    CONHEÇA O PERFIL DETALHADO DO GRANDE DERROTADO NAS  ELEIÇÕES EM APUCARANA
28.    EDUCAÇÃO NO BRASIL, UM BARCO RUMO AO  PRECIPÍCIO?

Apucarana é bom exemplo de como melhorar o estudo ( GAZETA DO POVO)

  • Sexta,22/07/11 •09h47 •Autor: Site da Gazeta do Povo - Publicado em 22/07/2011 | Paola Carriel 

Cidade encontra o caminho para garantir o aprendizado mínimo de todos os estudantes da rede pública
Pesquisadores de quatro universidades brasileiras analisaram 165 estudos nacionais e internacionais sobre aprendizado escolar e concluíram que o fator mais importante em sala de aula é a qualidade do professor. Uma das análises revelou que um bom docente aumenta em até 68% a proficiência do aluno. O levantamento faz parte de uma iniciativa do movimento Todos pela Educação e do Instituto Ayrton Senna, cujo objetivo é apontar caminhos para a melhoria do ensino no Brasil.

Hoje, os estudantes brasileiros alcançam resultados negativos tanto em avaliações nacionais como internacionais. Alunos da 4.ª e 8.ª séries do ensino fundamental e do 3.º ano do ensino médio não atingem metas mínimas. Na média nacional, nenhuma série consegue ter ao menos 35% da turma com o aprendizado correto para a idade.

O tamanho e a composição da turma ocupam o segundo e terceiro lugar, respectivamente, no ranking dos fatores que mais influenciam a capacidade de aprendizado. Classes menores permitem atendimento individualizado e turmas homogêneas – com alunos da mesma idade e desempenho semelhante – facilitam o preparo da aula e a exposição do conteúdo. Em seguida vem o calendário escolar – com fatores como o número de dias letivos e de faltas dos docentes – e a experiência do professor em sala de aula.

Conselheiro do Todos pela Educação, Mozart Neves Ramos explica que é da qualidade do docente que parte toda a aprendizagem. “O professor é o elemento central, é dele que depende a capacidade não apenas de ensinar, mas de provocar e estimular.”

Outro ponto ressaltado durante o levantamento é a importância do engajamento da comunidade escolar e da família, o que mostra que não são somente fatores objetivos que influenciam este processo. Ramos lembra que, após os resultados do Ideb de 2007, o Unicef fez um levantamento e comprovou que os melhores colégios eram aqueles com alto poder de mobilização.

A infraestrutura e os recursos pedagógicos são fundamentais para o aprendizado, mas o levantamento realizado pelos pesquisadores demonstra que ainda faltam estudos para avaliar os impactos negativos de uma escola sem acesso à rede de esgoto ou quadra poliesportiva, por exemplo.

Consultor da Unesco e professor da Universidade de Brasília (UNB), Célio da Cunha argumenta que a escola precisa de infraestrutura básica para garantir a aprendizagem. “Para incentivar a leitura é preciso uma biblioteca e o estudante precisa também ter acesso a novas tecnologias. Por outro lado, como estudar em uma sala que não tem ventilação adequada?”, questiona.

O levantamento confirmou que questões simples, como dever de casa e atividades extracurriculares, são importantes no aprendizado, embora ainda faltem pesquisas nestas áreas. No caso do dever, por exemplo, a eficiência é ainda maior quando o docente corrige a tarefa.

Pedagoga e professora da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Evelise Portilho afirma que a aprendizagem não ocorre somente no ambiente formal. Por isso, o dever e outras atividades podem ser decisivos. “Isso auxilia o estudante a buscar outras estratégias e caminhos que vão além da sala de aula.”

Bom exemplo

Apucarana, no Norte do estado, parece ter encontrado o caminho para garantir o aprendizado mínimo de todos os estudantes da rede pública. Em 2009, a nota do Ideb do município alcançou seis, meta estimada pelo governo federal para o Brasil apenas em 2022. Todos os 10.238 alunos ficam em período integral, projeto que começou a ser implantado em 2001. Os gestores investem 32% da arrecadação em educação, sete pontos porcentuais a mais do que estipula a Constituição.

Claudio Silva, responsável pela autarquia de educação de Apucarana, explica que o resultado mais positivo é a equidade da rede. Hoje 60% das escolas estão na média ou acima de seis, 29% estão a meio ponto da meta e apenas 10% estão um ponto atrás. “É o resultado de muito esforço. Para os professores, o maior ganho é a autoestima.”

Pesquisa reduz importância da titulação acadêmica

Os mais de 150 estudos analisados desmitificam algumas ideias de senso comum sobre a figura do professor, entre elas a relação entre titulação acadêmica e desempenho. Um docente formado nas me­­lhores universidades traz impactos positivos, mas a mesma correla­ção não existe com a conclusão ou não de um mestrado, por exemplo.

Pesquisas mostram que, entre estudantes da mesma escola e vindos de ambientes familiares semelhantes, não há diferença de aprendizado quando o professor tem formação superior ou completou uma pós-graduação. Conse­lheiro do Todos pela Educação, Mozart Neves Ramos explica que uma das possibilidades é que há um descompasso entre o que é ensinado nas universidades e o que é exigido para os alunos da educação básica, por isso não há um impacto direto.

Motivação

Outra hipótese é que as pesquisas existentes não conseguem mensurar a motivação dos docentes. Se um determinado professor tem o magistério como primeira opção certamente será melhor que alguém lecionando por simples falta de alternativa profissional, ainda que este tenha titulação acadêmica maior.

Por fim, uma última alternativa é que estabilidade, segurança e me­­lhor remuneração oferecidas a quem tem maior titulação possa ter impacto negativo sobre o esforço do professor em sala de aula. “De fato, qualquer privilégio definido segundo o nível educacional, em particular a diferença de remuneração, pode também servir de de­­sestímulo ao esforço dos professores”, dizem os pesquisadores do To­­dos pela Educação no documento.

Qualidade do professor

Benefícios: Estudos demonstram que um aluno que estuda com os melhores professores da rede em vez de ter aula com os piores docentes aprende cerca de 68% a mais do que o aprendizado médio dos alunos durante o ano letivo.

Desafios: Critérios frequentemente usados para seleção dos profissionais e definição de salários, como titulação e anos de carreira, não são sinônimos de qualidade. O sucesso do professor pode depender mais de características não observadas nas pesquisas, como liderança, motivação e persistência.

Impacto esperado: Aumentar em 68% o aprendizado anual.

Tamanho da turma

Benefícios: Quanto maior o número de alunos por classe, menor a atenção dada pelo professor a cada um, o que pode comprometer o aprendizado. Menos estudantes é sinônimo de atendimento individualizado.

Desafios: Reduzir o número de alunos por turma requer espaço físico e professores qualificados para atender a demanda criada pelo aumento do número de salas de aula. Por isso, antes de implementar essa política, é necessário avaliar com cuidado o seu custo-benefício.

Impacto esperado: Aumentar em 44% o aprendizado anual.

Composição da turma

Benefícios: Estudos indicam que o aprendizado é mais favorável em classes homogêneas, pois o professor pode preparar a aula segundo o nível da turma. O docente também se sente mais motivado e empenha-se mais em ensinar.

Desafios: A diversidade da turma traria por si só ganhos para os alunos em termos de convivência e respeito às diferenças. Por isso, gestores e escolas devem avaliar com critério qual a melhor opção.

Impacto esperado: Aumentar em 35% o aprendizado anual.

Experiência em sala de aula

Benefícios: Ter aula com um professor inexperiente, comparado a um docente com no mínimo dois anos de experiência, faz os alunos aprenderem 22% a mais no ano letivo. Além disso, é crescente a indicação de que a experiência do professor é mais importante nas comunidades mais vulneráveis.

Desafios: Pode ocorrer que professores mais experientes reduzam seu nível de esforço exatamente por perceberem que são melhores ou por serem mais bem remunerados por tempo de serviço e não por terem um melhor desempenho em sala de aula.

Impacto esperado: Aumentar em 22% o aprendizado anual.

Calendário escolar

Benefícios: A ausência do professor pode ter não só um impacto direto no aprendizado dos alunos, com a redução no número de aulas, mas também um efeito indireto sobre sua motivação. Desafios: Há evidência científica de que não cumprir os dias letivos previstos pode aumentar a taxa de repetência, especialmente dos alunos com pior desempenho.

Impacto esperado: Aumentar em 29% o aprendizado anual.

Entenda a pesquisa
Saiba como foi realizado o levantamento:


- Foram selecionados 17 pesquisadores da Fundação Getulio Vargas (FGV/SP), Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (Ibmec/RJ), Universidade de São Paulo (USP) e Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

- Eles analisaram mais de 600 pesquisas nacionais e internacionais sobre educação e selecionaram as 165 mais significativas.

- O principal critério para seleção foi a publicação dos estudos em revistas e periódicos científicos, livros ou a inclusão em dissertações de mestrado e teses de doutorado.

- A partir dos estudos foram criados 25 verbetes que fazem parte do site www.paramelhoraroaprendizado.org.br, mantido pelo movimento Todos pela Educação e pelo Instituto Ayrton Senna.

O site é de fácil acesso e possui um banco de dados com os principais resultados das pesquisas.

Capacidade
Seleção deve levar em conta a didática


O levantamento mostra que a seleção de professores não pode ser realizada somente com base em concursos e certificações. Há aspectos que precisam ser considerados (e, em geral, são deixados de lado), como a didática e o nível de aprendizado dos estudantes que precisam ser levados em conta no recrutamento e melhoria da remuneração.

Os pesquisadores afirmam também que, como o desempenho pode variar a cada período, “seria importante que a remuneração desses profissionais levasse em conta não apenas seus atributos e características – tais como ser ou não concursado ou certificado –, mas também o desempenho de seus alunos ao longo do tempo.”

Secretária educacional da APP Sindicato, Janislei Albuquerque argumenta que os docentes já têm plano de carreira e que não podem ser culpabilizados pelo mau desempenho dos alunos. “O professor não é o único responsável. É preciso avaliar as condições do sistema e o contexto econômico-social.”

Fonte: Gazeta do Povo - Matéria - Como melhorar o estudo - Publicado em 22/07/2011 | Paola Carriel
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